Está claro que o mundo está perdendo essa batalha, e temos registros:
No dia 19 de dezembro de 2016, um terrorista comete um atentado terrorista numa praça bastante movimentada da capital Berlim, matando 12 e ferindo 48 pessoas.
No dia 23, do mesmo ano, Anis Amri acabou morto numa troca de tiros na Itália, especificamente em Milão, com um policial numa abordagem de rotina.
No primeiro dia do ano de 2017, nas comemorações da chegada do novo ano, em Istambul, na Turquia um atirador invade uma boate e assassina 39 pessoas e deixa mais 69 feridas, num atentado reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico, que também assumiu a autoria do ataque na Alemanha. Ações da polícia turca já capturaram mais de 10 envolvidos na ação do sangrento terror.
Estamos falando de pessoas treinadas e bitoladas numa filosofia, muitas vezes de fanatismo religioso, para cometer atos terroristas com grande quantidade de vítimas e de gigante repercussão social.

Esse sistema de combate ao terrorismo é algo, diga-se muito complexo de ser enfrentado, e está claro que o mundo está perdendo essa batalha, e temos registros em menos de 15 dias, de dois ataques reivindicados pelo grupo terrorista Estado Islâmico, com muitas mortes na Alemanha e na Turquia.
Iniciamos a primeira edição do ano da coluna Ética e Política conclamando as autoridades para repensar as ações para combater esses males que estão prejudicando a humanidade, com muitas mortes de pessoas inocentes.

Fique atento a próxima edição da nossa coluna que é publicada todas as quintas aqui na sua revista eletrônica Jornal de Caruaru.
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